
O que é a Predição de Atendimentos
A Predição de Atendimentos usa a Aurora para antecipar quando uma filial deve precisar de atenção — antes que um problema apareça. Ela não depende de sensores nem inspeciona a “saúde” interna de cada equipamento: em vez disso, cruza sinais que a própria operação já gera (histórico de chamados por filial, calendário e o cadastro de equipamentos) com fontes públicas de segurança. O resultado são propostas de atendimento que aparecem na tela, organizadas por nível de risco, prontas para você reconhecer, tratar ou transformar em chamado.Como as análises são feitas
A Aurora roda periodicamente três análises independentes:1. Filial sem atendimento (inatividade)
1. Filial sem atendimento (inatividade)
Identifica filiais que não registram nenhum chamado há um bom tempo — na janela de 60 a 180 dias. A ausência prolongada de atividade técnica costuma indicar problemas não reportados.
- Categoria: Performance · Risco: Médio
- Gera a proposta “Análise Técnica Completa — Ausência de Atividades”
- Filiais com o mesmo endereço são agrupadas para evitar propostas duplicadas
2. Filial inativa com data especial chegando
2. Filial inativa com data especial chegando
Quando há uma data especial chegando nos próximos 14 dias, a Aurora verifica filiais sem atendimento nos últimos 30 dias e recomenda uma vistoria preventiva antes do período crítico — evitando que um problema apareça justamente quando ninguém está disponível para atender.
- Categoria: Performance · Risco: Alto
- Gera a proposta “Vistoria Preventiva — Período Crítico”, citando a data especial
- Datas especiais são os feriados nacionais (Ano Novo, Carnaval, Sexta-feira Santa, Páscoa, Black Friday, entre outros)
3. CVEs públicas que afetam seus equipamentos
3. CVEs públicas que afetam seus equipamentos
A Aurora consulta a base pública oficial de vulnerabilidades — o NIST NVD (National Vulnerability Database) — em busca de CVEs recentes e críticas (CVSS ≥ 7.0) e cruza cada uma com os equipamentos cadastrados que já passaram por atendimento nas suas filiais.O cruzamento considera a marca e o modelo (comparados ao fornecedor/produto da vulnerabilidade) e o sistema operacional do equipamento. Quando há correspondência, é gerada uma proposta de patch.
- Categoria: CVE · Risco: Crítico quando o CVSS ≥ 9.0, senão Alto
- Gera a proposta “Patch de Segurança Crítico — ”, com o código da CVE, a nota CVSS e um resumo
Para a análise de CVE funcionar, os equipamentos precisam estar cadastrados em Dispositivos com marca, modelo e sistema operacional, e ter histórico de atendimento. Quanto mais completo o inventário, melhor o cruzamento.
O que você vê
A tela lista as propostas identificadas, organizadas por nível de risco. Cada proposta mostra:- Título e descrição do que foi detectado
- Categoria: Performance (filial) ou CVE (vulnerabilidade)
- Nível de risco: Crítico, Alto, Médio ou Baixo
- Filiais e equipamentos afetados (quantidade)
- No caso de CVE: o código da CVE e a nota CVSS
| Nível de risco | Quando aparece |
|---|---|
| Crítico | Vulnerabilidade com CVSS ≥ 9.0 — ação imediata |
| Alto | Vulnerabilidade relevante ou filial inativa às vésperas de data especial |
| Médio | Filial sem atendimento na janela de 60 a 180 dias |
| Baixo | Sinais de menor urgência, para acompanhamento |
Agindo sobre uma proposta
Abrir chamado
Cria um chamado de campo diretamente a partir da proposta (com contrato, serviço e agendamento) — por exemplo, uma vistoria preventiva ou a aplicação de um patch.
As propostas da Aurora são recomendações baseadas em dados e fontes públicas. A decisão de agir é sempre sua e da sua equipe.
Dispositivos
Mantenha o inventário completo para alimentar a análise de CVE.
Abrindo um chamado
Transforme uma proposta em um atendimento de campo.